
O tinto Puro, segundo vinho de Jorge Rosas, foi concebido em homenagem ao bisavô António Ramos Pinto e reflete a filosofia não-intervencionista do produtor. “É um tinto acessível no estilo e absolutamente consensual, porque está difícil resistir-lhe”, definiu o crítico português João Paulo Martins. O corte é semelhante ao do Quinta da Touriga-Chã (Touriga Nacional e Touriga Franca), sendo que o Puro estagia totalmente em barricas usadas. Mostra a classe dos grandes tintos do Douro, com ótima concentração de fruta, lembrando ameixas pretas e amoras, além de notas florais, de chocolate e especiarias no nariz. Na boca é equilibrado, frutado, com taninos firmes que conferem uma textura irresistível ao vinho.